Big, Bang.
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Big, Bang.
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Os garotos de Kris Knight
 Artista canadense trás meninos em suas telas a óleo, as características trabalho são: a pele bem branca, bochechas e lábios marcantes, mas o que marcou o trabalho são os olhos dos meninos, ora envergonhados e ocultos, ora duros e chocantes, quase sempre lacrimejando. É notório a fragilidade e o sentimentalismo em suas telas. Artista sensível, amor no ar. 
Os garotos de Kris Knight
 Artista canadense trás meninos em suas telas a óleo, as características trabalho são: a pele bem branca, bochechas e lábios marcantes, mas o que marcou o trabalho são os olhos dos meninos, ora envergonhados e ocultos, ora duros e chocantes, quase sempre lacrimejando. É notório a fragilidade e o sentimentalismo em suas telas. Artista sensível, amor no ar. 
Os garotos de Kris Knight
 Artista canadense trás meninos em suas telas a óleo, as características trabalho são: a pele bem branca, bochechas e lábios marcantes, mas o que marcou o trabalho são os olhos dos meninos, ora envergonhados e ocultos, ora duros e chocantes, quase sempre lacrimejando. É notório a fragilidade e o sentimentalismo em suas telas. Artista sensível, amor no ar. 
Os garotos de Kris Knight
 Artista canadense trás meninos em suas telas a óleo, as características trabalho são: a pele bem branca, bochechas e lábios marcantes, mas o que marcou o trabalho são os olhos dos meninos, ora envergonhados e ocultos, ora duros e chocantes, quase sempre lacrimejando. É notório a fragilidade e o sentimentalismo em suas telas. Artista sensível, amor no ar. 
Os garotos de Kris Knight
 Artista canadense trás meninos em suas telas a óleo, as características trabalho são: a pele bem branca, bochechas e lábios marcantes, mas o que marcou o trabalho são os olhos dos meninos, ora envergonhados e ocultos, ora duros e chocantes, quase sempre lacrimejando. É notório a fragilidade e o sentimentalismo em suas telas. Artista sensível, amor no ar. 
Os garotos de Kris Knight
 Artista canadense trás meninos em suas telas a óleo, as características trabalho são: a pele bem branca, bochechas e lábios marcantes, mas o que marcou o trabalho são os olhos dos meninos, ora envergonhados e ocultos, ora duros e chocantes, quase sempre lacrimejando. É notório a fragilidade e o sentimentalismo em suas telas. Artista sensível, amor no ar. 
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Lana Del Rey for Rolling Stone, July 31st, 2014.
Photographs by Theo Wenner.

Lana Del Rey for Rolling Stone, July 31st, 2014.
Photographs by Theo Wenner.

Lana Del Rey for Rolling Stone, July 31st, 2014.
Photographs by Theo Wenner.
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Em seu tempo suspirarei, antes de morrer suspirarei
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Filme > Medianeras 
Dirigido por Gustavo Taretto
Medianeras são retratos da nossa vida. Temos algo que escondemos, um lado em branco ou sujo, pintado por um estranho (belo) ou pinchado por um estranho. Temos um lado que nos mandam comprar, fazer, buscar. Temos um lado que por um acaso nasce flores, um lado inútil, um lado que apenas tem uma utilidade: olhar e saber que é estranho no meio da sua beleza aparente. Buscamos no mundo (cheio de medianeras/pessoas) algo que te faça bem (o bem belo), algo que não te deixa sozinho nas quatro estações (principalmente no inverno). No meio das cidades de pessoas conectadas e excluídas ao mesmo tempo, vemos que não vemos nada (ou apenas vemos), não sentimos (causadores da depressão, da insônia, insegurança, morbidez). Durante algum tempo ando procurando, e procurando o meu eu, às vezes tento me enxergar em outros seres, e me formar através desses mesmos. Não é normal a perfeição, o normal é ser eu (sem esperas, sem procuras, sem olhadas com QUARTO intenções), e no meio dessa cidade retratada com medianeras encontrarei o meu Wally.     
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Thriller - Michael Jackson
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cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
cressus:

     No one before Bernini had managed to make marble so carnal. In his nimble hands it would flatter and stream, quiver and sweat. His figures weep and shout, their torses twist and run, and arch themselves in spasms of intense sensation. He could, like an alchemist, change one material into another - marble into trees, leaves, hair, and, of course, flesh.        -   Simon Schama’s Power of Art. Bernini
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Tim Parchikov.
Tim Parchikov.
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